Ordenação Presbiteral

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2016-08 Ordenação1No dia 20 de agosto, sábado, às 9h30, na Igreja Paroquial de São Francisco de Assis dos Pequeninos, na COHAB Pe. José de Anchieta, aconteceu a ordenação presbiteral do Diácono Marcio Rodrigues, presidida por Dom Manuel Parrado Carral. Os fiéis foram motivados à participar do rito de ordenação pelas palavras do comentarista que lembrou a todos que a Diocese de São Miguel Paulista se rejubila de alegria com a ordenação presbiteral deste nosso irmão. Ele será configurado a Cristo, Sumo e Eterno Sacerdote.

Em sua homilia o Bispo Diocesano iniciou lembrando o lema escolhido pelo ordenando: “Sede misericordiosos como o vosso Pai é Misericordioso”(Lc 6,36). Discorreu sobre as leituras proclamadas lembrando, sobretudo, o evangelho que coloca para nossa contemplação a figura do Bom Pastor, que se constitui em um programa de vida e de alerta para nós que somos chamados a sermos pastores do povo de Deus. Conclamou o Diácono Marcio a espelhar todo seu ministério presbiteral nesta passagem do Evangelho. Terminou lembrando a ele que, apesar de suas fraquezas e fragilidades, será o dispensador dos dons e das graças do Senhor e o mediador entre Deus e os homens pastoreando e cuidando do povo que lhe será confiado.

Dom Manuel preside missa do jubileu no Santuário da Paz

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Na solenidade litúrgica da Assunção de Nossa Senhora Dom Manuel Parrado Carral presidiu missa jubilar às 11h00 no Santuário Diocesano de Nossa Senhora da Paz, uma das cinco igrejas jubilares da Diocese de São Miguel Paulista.

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Em sua homilia o bispo refletiu com o povo o sentido de passar pela Porta Santa. Lembrou a doutrina e o uso das indulgências na Igreja Católica, os ensinamentos do Catecismo da Igreja Católica sobre as Indulgências. Concluiu explicando aos fiéis as Obras de Misericórdia Espirituais e Corporais exortando a todos a fazer do Ano Santo Jubilar da Misericórdia um tempo favorável para o perdão que nos é oferecido pelo Senhor.

5º encontro diocesano do terço dos homens

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Na solenidade litúrgica da Assunção de Nossa Senhora, na Basílica de Nossa Senhora da Penha, às 15h00, aconteceu o quinto encontro diocesano do terço dos homens, presidido pelo Bispo Diocesano. Foi destacado o texto de João 10,9: “Eu sou a porta: se alguém entrar por mim será salvo”. Foram lembradas as palavras do Papa Francisco: “o jubileu significa a grande porta da misericórdia de Deus, mas também as pequenas portas das nossas igrejas, abertas para permitir que o Senhor entre e sempre nos renove, mas, abertas também para que possamos sair a anunciar a alegria do evangelho” (audiência geral de 18 de novembro).

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Dom Manuel lembrou que a oração do terço é uma arma poderosa contra as forças do mal. A reza do terço é uma conversa com Maria que nos conduz à intimidade com seu Filho Jesus. Quantas maravilhas, verdadeiros milagres, esta boa Mãe realizou e realiza na vida de seus filhos que são fiéis à reza do terço.

Clique aqui para ler a Homilía de Dom Manuel

Encontro das famílias de nossos seminaristas

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No dia 13 de agosto o Seminário Diocesano de São Miguel Paulista acolheu os familiares de seus seminaristas para um dia de celebração e confraternização. Todos foram acolhidos pelo Pe. Silvio Pereira de Castro e pelo Pe. Genaldo Laurindo da Silva, respectivamente, reitor e vice-reitor da Casa de Formação. Os seminaristas proporcionaram aos familiares um momento de lazer com a apresentação teatral das 14 Obras de Misericórdia, no auditório do seminário. Às 10h30 o Bispo Diocesano presidiu a Santa Missa, na Capela.

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Em sua homilia Dom Manuel acolheu todos os presentes. Lembrou que nesta reunião, onde as famílias se tornam uma única família, nos leva a acolher o mistério da Santíssima Trindade, experimentando o amor misericordioso do Pai. Agradeceu as famílias que confiaram seus filhos para fazerem este caminho de discernimento e preparação para o sacerdócio, a serviço de Deus na Igreja que está em São Miguel Paulista. O encontro prosseguiu com almoço de confraternização e outras atividades programadas para a tarde.

São João Maria Vianney - Patrono dos Sacerdotes

No dia 04 de agosto a Igreja celebrou a memória de São João Maria Vianney, mais conhecido como o Cura de Ars na França, patrono dos sacerdotes, razão pela qual este dia é conhecido como o ‘Dia do Padre’. Celebrando este dia os padres da Diocese de São Miguel Paulista tiveram um encontro de confraternização na chácara da Obra Social Dom Bosco, em Santa Isabel.

A confraternização começou com uma celebração da Palavra presidida pelo Bispo Diocesano. Em sua colocação Dom Manuel comentou o texto do catecismo do Cura de Ars que foi lido na oração sobre o tesouro do Reino. A seguir parabenizou os padres pelo seu dia, lembrando o Ano da Misericórdia e que a vocação sacerdotal é o tesouro que trazemos em um vaso de barro e que por isso deve ser cuidado e preservado com alegre vigilância. Em seqüência foi servido um almoço de confraternização preparado com muito carinho pelo Padre Jefferson Duílio Santana e sua equipe paroquial.

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Decreto

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Decreto 

 

Eu, Dom Manuel Parrado Carral, Bispo Diocesano de São Miguel Paulista, pelo presente decreto faço saber que,

Acolhendo a recomendação do Papa Francisco na Bula Misericordiae Vultus para que nas Catedrais de todo o mundo, bem como em outras Igrejas indicadas pelo Bispo Diocesano, se abra uma Porta Santa da Misericórdia onde os fiéis atravessando-a possam ser abraçados pela Misericórdia de Deus e se comprometam a serem misericordiosos com os outros como o Pai é misericordioso para conosco,

Indico como Igrejas jubilares do Ano Santo da Misericórdia como locais de peregrinações:

- Catedral de São Miguel Arcanjo
- Basílica Nossa Senhora da Penha
- Santuário Eucarístico Nossa Senhora da Penha
- Santuário Nossa Senhora da Paz
- Paróquia São Benedito de Guaianases.

Dado e passado na Cúria Diocesana de São Miguel Paulista.

São Paulo, 30 de novembro de 2015.


Dom Manuel Parrado Carral
Bispo Diocesano de São Miguel Paulista

Prot. 019430

Mensagem do Bispo Diocesano na abertura do Ano Santo da Misericórdia

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Caríssimos Padres, Diáconos, Religiosos, Religiosas, Seminaristas, Leigos e Leigas engajados nos ministérios, nas pastorais, movimentos, associações e os fiéis das paróquias e comunidades da Diocese de São Miguel Paulista.

“Jesus Cristo é o rosto da misericórdia do Pai” Com esta afirmação o Papa Francisco inicia a Bula de proclamação do jubileu extraordinário da Misericórdia com início a 08 de dezembro de 2015, solenidade da Imaculada Conceição e término em 20 de novembro de 2016, solenidade litúrgica de Jesus Cristo Rei.” Como é prescrito na própria Bula, a abertura do Ano da Misericórdia se dá nas Dioceses de todo o mundo hoje, dia 13 de dezembro, terceiro domingo do advento. Em nossa Diocese, para que todos possam participar e vivenciar este momento de graça e alegria a cerimônia de abertura do Ano da Misericórdia acontece em todas as paróquias. Na Catedral de São Miguel Arcanjo, na Basílica Nossa Senhora da Penha, no Santuário Eucarístico Nossa Senhora da Penha, no Santuário Nossa Senhora da Paz e na Paróquia São Benedito será celebrado o rito de abertura da Porta Santa.

Que o clamor pela paz, pela tolerância, pela reconciliação e perdão chegue a todas as pessoas e a todos os ambientes de nossa Diocese: “Que as paróquias e comunidades católicas se tornem ‘ ilhas de misericórdia no meio do mar da indiferença” nos pede o Papa Francisco. Este é o tempo favorável, é o momento da graça e do perdão. O perdão é uma força que nos leva para uma nova vida e nos dá coragem para olhar o futuro com esperança. Que todos nós batizados: bispos, padres, diáconos, religiosos, religiosas, seminaristas, ministros, agentes de pastoral e todo o povo de Deus, sejamos arautos, proclamadores desta grande verdade: Deus quer salvar a todos. Ele não quer que seus filhos se percam. Ninguém está irremediavelmente perdido. Jesus com sua encarnação, paixão, morte e ressurreição redimiu a todos nós. Só é preciso se arrepender, fazer penitência e deixar-se alcançar pela misericórdia divina. Nenhum pecado é maior do que a misericórdia de Deus

O Pai Misericordioso não quer a morte do pecador, mas quer que ele se converta e viva para sempre. Esta é uma verdade de fé proclamada por Jesus em Mateus: “Ide, pois, aprender o que significa: Misericórdia eu quero, não sacrifícios. De fato, não é a justos que vim chamar, mas a pecadores (Mt 9,13). Nós, bispos e padres temos um papel primordial na celebração deste Ano Jubilar da Misericórdia: somos os dispensadores da Misericórdia Divina pelos sacramentos. “Chegou de novo, para a Igreja, o tempo de assumir o anúncio jubiloso do perdão. É o tempo de regresso ao essencial, para cuidar das fraquezas e dificuldades dos nossos irmãos” nos recomenda o Papa Francisco.

“Misericordiosos como o Pai” é o lema do Ano Santo da Misericórdia, retirado do Evangelho de São Lucas, onde Jesus diz: “Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso” (Lc 3,36). É um projeto, é um programa de vida que desafia a todo batizado, pois, sem misericórdia não há salvação.

Caros diocesanos, assumo como minhas as palavras do Papa Francisco: “É meu desejo sincero que o povo cristão reflita durante o jubileu sobre as obras de misericórdia corporais e espirituais. Será um modo para despertar a nossa consciência, muitas vezes adormecida diante do drama da pobreza e para entrar cada vez mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina”.

Para a celebração do Ano Jubilar e para alcançar a indulgência plenária são indicadas algumas práticas: 1. A peregrinação, lembrando-nos que somos peregrinos neste mundo rumo à Casa do Pai; 2. Confissão Sacramental; 3. Participação na celebração Eucarística; 4. Rezar nas intenções do Papa e da Igreja.

Confio à Virgem Maria, Mãe da Divina Misericórdia, a celebração deste Ano Jubilar em nossa Diocese. Maria, no seu cântico de louvor no encontro com sua prima Isabel exaltou a misericórdia divina que se estende “de geração em geração”. “Também nós estávamos presentes naquelas palavras proféticas da Virgem Maria. Isto nos servirá de conforto e apoio no momento de atravessarmos a Porta Santa para experimentar os frutos da misericórdia divina”, lembra o Papa Francisco.

Dom Manuel Parrado Carral