O Brasil celebra sua Padroeira

A Igreja no Brasil preparou a celebração dos 300 anos do encontro da imagem da Imaculada Conceição de Nossa Senhora Aparecida, nas águas do rio Paraíba do Sul por três humildes pescadores, celebrando o Ano Mariano. Os festejos no Santuário Nacional foram presididos pelo Delegado Pontifício do Papa Francisco, Cardeal Ré Prefeito emérito da Congregação para os Bispos.

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Em nossa Diocese o bispo diocesano, Dom Manuel Parrado Carral, presidiu a solenidade jubilar em missa campal na Paróquia de Nossa Senhora Aparecida da Ponte Rasa, a mais antiga paróquia dedicada a Nossa Senhora Aparecida na Diocese de São Miguel Paulista.

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Em sua homilia Dom Manuel destacou o jubileu dos 300 anos, as festas no Santuário Nacional e refletiu sobre as leituras proclamadas na solenidade. Terminou pedindo à Virgem Mãe Aparecida, Mãe de Deus e nossa Mãe para olhar pelo povo brasileiro acolhendo nosso clamor filial.

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Infância e Adolescência Missionária - abertura do ano jubilar

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Os grupos da Infância e Adolescência Missionária da Diocese de São Miguel Paulista se reuniram na tarde de sábado, 07 de outubro, para um momento especial de celebração e oração abrindo oficialmente o ano jubilar, em comemoração aos 25 anos de presença desta Obra Pontifícia na Diocese. O encontro foi realizado na Comunidade Nossa Senhora Aparecida, da Paróquia do Cristo Ressuscitado, no Setor Pastoral A.E. Carvalho. “Foi um momento singelo, mas rico de significado. Tudo foi motivo para darmos ação de graças: o mês missionário, as comemorações dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida e a abertura do ano jubilar da Infância e Adolescência Missionária,” assim se expressou o coordenador diocesano da Obra, Rodrigo Alves Piatezzi.

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Após a oração do terço missionário foram lidas as mensagens do bispo diocesano, Dom Manuel Parrado Carral e da secretária nacional da IAM, Irmã Patrícia Souza, enviadas especialmente por ocasião da abertura do ano jubilar. Dom Manuel agradeceu o empenho dos assessores que acompanham os grupos e deixou uma mensagem especial às crianças e adolescentes: “A IAM são muitos importantes na ação evangelizadora de nossa Igreja Particular. Como afirmou o Papa Francisco, ‘os membros da IAM vivem com alegria o dom da fé e rezam para que a luz de Jesus chegue a todos os meninos e meninas do mundo’. Queridas crianças e adolescentes deixo aqui meu abraço e os votos de que vocês façam deste encontro um verdadeiro encontro de festa com Maria na oração do terço missionário. Junto dessa querida mãe vocês aprenderão, cada vez mais, como fazer Jesus conhecido e amado por todas as crianças e adolescentes do mundo”.

Seminário Diocesano celebra São Miguel Arcanjo

O seminário diocesano, que tem como patronos Nossa Senhora da Penha e São José, celebrou às 18h00, do dia 29 de setembro, o Dia do Seminário, na festa de São Miguel Arcanjo, Padroeiro Diocesano. A celebração eucarística foi presidida por Dom Manuel com a participação dos formadores e dos seminaristas do propedêutico, da filosofia e da teologia.

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Na ocasião foram conferidos os ministérios de leitor e acólito aos seminaristas: Hilton José Araújo, José Francisco Alves e Tiago Cosmo da Silva Dias, alunos do terceiro ano de teologia na Faculdade de Filosofia e Teologia Paulo VI.

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Em sua homilia o Bispo Diocesano refletiu as leituras, destacou a importância de estarmos celebrando o padroeiro diocesano e como devemos cultivar a devoção aos anjos como mensageiros de Deus. Falando aos seminaristas refletiu sobre a caminhada no processo formativo com destaque para os ministérios de leitor e acólito.

Mensagem de Sua Santidade Papa Francisco para o Dia Mundial das Missões - 2017

A missão no coração da fé cristã

 PapaFranciscoQueridos irmãos e irmãs!

O Dia Mundial das Missões concentra-nos, também este ano, na pessoa de Jesus, «o primeiro e maior evangelizador» (Paulo VI, Exort. ap. Evangelii nuntiandi, 7), que incessantemente nos envia a anunciar o Evangelho do amor de Deus Pai, com a força do Espírito Santo. Este Dia convida-nos a refletir novamente sobre a missão no coração da fé cristã. De facto a Igreja é, por sua natureza, missionária; se assim não for, deixa de ser a Igreja de Cristo, não passando duma associação entre muitas outras, que rapidamente veria exaurir-se a sua finalidade e desapareceria. Por isso, somos convidados a interrogar-nos sobre algumas questões que tocam a própria identidade cristã e as nossas responsabilidades de crentes, num mundo baralhado com tantas quimeras, ferido por grandes frustrações e dilacerado por numerosas guerras fratricidas, que injustamente atingem sobretudo os inocentes. Qual é o fundamento da missão? Qual é o coração da missão? Quais são as atitudes vitais da missão?


A missão e o poder transformador do Evangelho de Cristo, Caminho, Verdade e Vida

1. A missão da Igreja, destinada a todos os homens de boa vontade, funda-se sobre o poder transformador do Evangelho. Este é uma Boa Nova portadora duma alegria contagiante, porque contém e oferece uma vida nova: a vida de Cristo ressuscitado, o qual, comunicando o seu Espírito vivificador, torna-Se para nós Caminho, Verdade e Vida (cf. Jo 14, 6). É Caminho que nos convida a segui-Lo com confiança e coragem. E, seguindo Jesus como nosso Caminho, fazemos experiência da sua Verdade e recebemos a sua Vida, que é plena comunhão com Deus Pai na força do Espírito Santo, liberta-nos de toda a forma de egoísmo e torna-se fonte de criatividade no amor.

2. Deus Pai quer esta transformação existencial dos seus filhos e filhas; uma transformação que se expressa como culto em espírito e verdade (cf. Jo 4, 23-24), ou seja, numa vida animada pelo Espírito Santo à imitação do Filho Jesus para glória de Deus Pai. «A glória de Deus é o homem vivo» (Ireneu, Adversus haereses IV, 20, 7). Assim, o anúncio do Evangelho torna-se palavra viva e eficaz que realiza o que proclama (cf. Is 55, 10-11), isto é, Jesus Cristo, que incessantemente Se faz carne em cada situação humana (cf. Jo 1, 14).

A missão e o kairós de Cristo
3. Por conseguinte, a missão da Igreja não é a propagação duma ideologia religiosa, nem mesmo a proposta duma ética sublime. No mundo, há muitos movimentos capazes de apresentar ideais elevados ou expressões éticas notáveis. Diversamente, através da missão da Igreja, é Jesus Cristo que continua a evangelizar e agir; e, por isso, aquela representa o kairós, o tempo propício da salvação na história. Por meio da proclamação do Evangelho, Jesus torna-Se sem cessar nosso contemporâneo, consentindo à pessoa que O acolhe com fé e amor experimentar a força transformadora do seu Espírito de Ressuscitado que fecunda o ser humano e a criação, como faz a chuva com a terra. «A sua ressurreição não é algo do passado; contém uma força de vida que penetrou o mundo. Onde parecia que tudo morreu, voltam a aparecer por todo o lado os rebentos da ressurreição. É uma força sem igual» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 276).

4. Lembremo-nos sempre de que, «ao início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo» (Bento XVI, Carta. enc. Deus caritas est, 1). O Evangelho é uma Pessoa, que continuamente Se oferece e, a quem A acolhe com fé humilde e operosa, continuamente convida a partilhar a sua vida através duma participação efetiva no seu mistério pascal de morte e ressurreição. Assim, por meio do Batismo, o Evangelho torna-se fonte de vida nova, liberta do domínio do pecado, iluminada e transformada pelo Espírito Santo; através da Confirmação, torna-se unção fortalecedora que, graças ao mesmo Espírito, indica caminhos e estratégias novas de testemunho e proximidade; e, mediante a Eucaristia, torna-se alimento do homem novo, «remédio de imortalidade» (Inácio de Antioquia, Epistula ad Ephesios, 20, 2).

5. O mundo tem uma necessidade essencial do Evangelho de Jesus Cristo. Ele, através da Igreja, continua a sua missão de Bom Samaritano, curando as feridas sanguinolentas da humanidade, e a sua missão de Bom Pastor, buscando sem descanso quem se extraviou por veredas enviesadas e sem saída. E, graças a Deus, não faltam experiências significativas que testemunham a força transformadora do Evangelho. Penso no gesto daquele estudante «dinka» que, à custa da própria vida, protege um estudante da tribo «nuer» que ia ser assassinado. Penso naquela Celebração Eucarística em Kitgum, no norte do Uganda – então ensanguentado pelas atrocidades dum grupo de rebeldes –, quando um missionário levou as pessoas a repetirem as palavras de Jesus na cruz: «Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonaste?» (Mc 15, 34), expressando o grito desesperado dos irmãos e irmãs do Senhor crucificado. Aquela Celebração foi fonte de grande consolação e de muita coragem para as pessoas. E podemos pensar em tantos testemunhos – testemunhos sem conta – de como o Evangelho ajuda a superar os fechamentos, os conflitos, o racismo, o tribalismo, promovendo por todo o lado a reconciliação, a fraternidade e a partilha entre todos.

A missão inspira uma espiritualidade de êxodo, peregrinação e exílio contínuos
6. A missão da Igreja é animada por uma espiritualidade de êxodo contínuo. Trata-se de «sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho» (Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 20). A missão da Igreja encoraja a uma atitude de peregrinação contínua através dos vários desertos da vida, através das várias experiências de fome e sede de verdade e justiça. A missão da Igreja inspira uma experiência de exílio contínuo, para fazer sentir ao homem sedento de infinito a sua condição de exilado a caminho da pátria definitiva, pendente entre o «já» e o «ainda não» do Reino dos Céus.

7. A missão adverte a Igreja de que não é fim em si mesma, mas instrumento e mediação do Reino. Uma Igreja autorreferencial, que se compraza dos sucessos terrenos, não é a Igreja de Cristo, seu corpo crucificado e glorioso. Por isso mesmo, é preferível «uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar às próprias seguranças» (Ibid., 49).

Os jovens, esperança da missão
8. Os jovens são a esperança da missão. A pessoa de Jesus e a Boa Nova proclamada por Ele continuam a fascinar muitos jovens. Estes buscam percursos onde possam concretizar a coragem e os ímpetos do coração ao serviço da humanidade. «São muitos os jovens que se solidarizam contra os males do mundo, aderindo a várias formas de militância e voluntariado. (...) Como é bom que os jovens sejam “caminheiros da fé”, felizes por levarem Jesus Cristo a cada esquina, a cada praça, a cada canto da terra!» (Ibid., 106). A próxima Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que terá lugar em 2018 sobre o tema «Os jovens, a fé e o discernimento vocacional», revela-se uma ocasião providencial para envolver os jovens na responsabilidade missionária comum, que precisa da sua rica imaginação e criatividade.

O serviço das Obras Missionárias Pontifícias
9. As Obras Missionárias Pontifícias são um instrumento precioso para suscitar em cada comunidade cristã o desejo de sair das próprias fronteiras e das próprias seguranças, fazendo-se ao largo a fim de anunciar o Evangelho a todos. Através duma espiritualidade missionária profunda vivida dia-a-dia e dum esforço constante de formação e animação missionária, envolvem-se adolescentes, jovens, adultos, famílias, sacerdotes, religiosos e religiosas, bispos para que, em cada um, cresça um coração missionário. Promovido pela Obra da Propagação da Fé, o Dia Mundial das Missões é a ocasião propícia para o coração missionário das comunidades cristãs participar, com a oração, com o testemunho da vida e com a comunhão dos bens, na resposta às graves e vastas necessidades da evangelização.

Fazer missão com Maria, Mãe da evangelização
10. Queridos irmãos e irmãs, façamos missão inspirando-nos em Maria, Mãe da evangelização. Movida pelo Espírito, Ela acolheu o Verbo da vida na profundidade da sua fé humilde. Que a Virgem nos ajude a dizer o nosso «sim» à urgência de fazer ressoar a Boa Nova de Jesus no nosso tempo; nos obtenha um novo ardor de ressuscitados para levar, a todos, o Evangelho da vida que vence a morte; interceda por nós, a fim de podermos ter uma santa ousadia de procurar novos caminhos para que chegue a todos o dom da salvação.

Vaticano, 4 de junho - Solenidade de Pentecostes - de 2017.

FRANCISCO

São Miguel Arcanjo – “Quem como Deus?”

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O mês de setembro é marcado por várias atividades festivas, pois, a festa do padroeiro diocesano, São Miguel Arcanjo, coincide com as comemorações da fundação do bairro de São Miguel Paulista que, em 2017, está completando 395 anos de fundação. Como acontece todos os anos, a Diocese realizou a novena preparatória à festa do padroeiro com o tema geral: Iniciação à vida cristã: itinerário para formar discípulos missionários, documento 107 da CNBB. Presidiram as várias celebrações e desenvolveram temas específicos a partir do tema geral, os seguintes bispos: Dom Carlos Lema Garcia, Dom Sérgio Aparecido Colombo, Dom Emílio Pignoli, Dom Paulo Mascarenhas Roxo, Dom Fernando Legal, Dom Edgard Amidi Mad, Dom Benedito Beni dos Santos e Dom Manuel Parrado Carral.

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No dia 24, a missa solene das 19h00 foi presidida pelo Bispo Diocesano que em sua homilia refletiu sobre as leituras do dia, 25º domingo do tempo comum, e afirmou que a melhor maneira de honrarmos o Santo Padroeiro é imitá-lo: todos nós devemos ser anjos uns para com os outros. Anjos que, na convivência, na entre ajuda, na correção fraterna, na família e na comunidade, ajudam as pessoas a se afastarem dos erros e a se orientarem para seguir o caminho de Deus.

Romaria Diocesana - 300 anos de encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida

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A 22ª romaria da Diocese de São Miguel Paulista ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, com a participação de mais de quinze mil pessoas, no dia 17 de setembro, com celebração eucarística presidida pelo bispo diocesano, Dom Manuel Parrado Carral, às 10h00, se revestiu de um caráter todo especial pela celebração do jubileu do Ano Mariano pelos 300 anos do encontro da imagem da Imaculada Conceição de Nossa Senhora Aparecida, nas águas do Rio Paraíba do Sul, por três humildes pescadores.

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Em sua homilia Dom Manuel saudou todos os peregrinos que vieram louvar a Mãe de Jesus e agradecer as graças alcançadas pela intercessão de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Estamos na casa da Mãe. É o encontro de irmãos, é festa! Prosseguindo refletiu as leitura bíblicas do 24º domingo do tempo comum cujo tema central foi o perdão.

Seminário Diocesano celebra sua patrona e protetora

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No dia 08 de setembro, natividade de Nossa Senhora, data em que a Diocese de São Miguel Paulista celebra Nossa Senhora da Penha, o Seminário Diocesano viveu um dia festivo com almoço de confraternização que contou com a presença do bispo diocesano, Dom Manuel Parrado Carral.

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Ás 19h30, com a Basílica da Penha lotada por fiéis, vindos das várias regiões e comunidades, os seminaristas e formadores participaram da solene celebração eucarística em louvor a Nossa Senhora da Penha, presidida pelo Bispo Diocesano e transmitida pela TV Canção Nova.

Em sua homilia, Dom Manuel lembrou a todos que Nossa Senhora da Penha é a patrona, a protetora e a mãe de nosso Seminário Diocesano. Estão aqui os nossos seminaristas para louvar e agradecer à mãe querida sua materna proteção. Dirigindo-se aos seminaristas recomendou: Caros seminaristas, nunca se afastem da devoção a Nossa Senhora. Coloquem sua caminhada de formação e de discernimento vocacional sob sua guarda e proteção. Ela os ajudará a ser um discípulo missionário conforme o coração de seu Filho Jesus Cristo.