Ordenação Diaconal

No dia 08 de dezembro, Solenidade da Imaculada Conceição, às 9hs30, no Santuário Basílica de Nossa Senhora da Penha, em solene celebração eucarística presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Manuel Parrado Carral, deu-se a ordenação diaconal de Hilton José Araujo, José Francisco Alves e Tiago Cosmo da Silva Dias.

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“A esperança não decepciona” (Rm 5,5) é o lema escolhido pelo Diácono Hilton; “Antes de te modelar no ventre materno, eu te conheci. Antes que saísse do seio, eu te consagrei” (Jr 1,5) é o lema do Diácono José Francisco; “Faço tudo por causa do evangelho, para dele me tornar participante” (1 Cor 9,23) é o lema do Diácono Tiago Cosmo.

Em sua homilia Dom Manuel realçou a solenidade da Imaculada Conceição dizendo que, ser ordenado diácono nesta solenidade é uma graça especial. Refletiu sobre o lema de cada um dos ordenados e as leituras escolhidas para esta celebração.

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Encerrou sua homilia citando o Papa Francisco: “A característica do que é diocesano é principalmente a ‘diocesaneidade’ que tem como pedra angular a relação freqüente com o Bispo, no diálogo e no discernimento com ele. Sem o relacionamento assíduo com o Bispo o diácono ou o sacerdote lentamente se isola do corpo diocesano e sua fecundidade diminui, principalmente porque não exercita o diálogo com o pai da diocese.”

Instituto de Teologia São Miguel celebra formatura

No último dia 30 de novembro o Instituto de Teologia São Miguel realizou em suas dependências a festa de formatura de 28 alunos que concluíram o curso de teologia para leigos. A cerimônia teve início com a celebração eucarística presidida por Dom Manuel Parrado Carral.

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Em sua homilia, o Bispo lembrou que neste dia a igreja celebra a festa do apóstolo Santo André e nós nos reunimos em torno do altar com o coração agradecido elevando um hino de louvor e ação de graças a Deus pelo término de mais um ano de atividade do Instituto de Teologia de nossa Diocese.

Dirigindo-se aos formandos afirmou que somos gratos a eles porque, aprofundando sua fé, buscaram não somente o enriquecimento pessoal pelo aprimoramento do conhecimento da verdade da fé, mas tiveram como objetivo a evangelização do povo de Deus em nossa querida Diocese de São Miguel Paulista, honrando o lema de nosso Instituto: “Formar para melhor Servir”.

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Após a santa missa o Diretor do Instituto Pe. Cláudio Francisco de Oliveira compôs a mesa e presidiu a diplomação dos formandos.

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9º Encontro dos Ministros não ordenados

Como já é tradição na Diocese de São Miguel Paulista, na Solenidade de Cristo Rei aconteceu o 9º encontro dos ministros não ordenados de nossa diocese na Basílica de Nossa Senhora da Penha. O encontro foi preparado e coordenado pelo Pe. Eduardo Nery Nunes e a equipe diocesana.

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A celebração litúrgica enfocou os sacramentos de iniciação à vida cristã: Batismo, Confirmação, Eucaristia e celebrou o encerramento do Ano Nacional do Laicato que teve como tema “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na Igreja em saída a serviço do Reino” e como lema:” Sal da Terra e Luz do Mundo”( Mt 5,13-14).

O encontro foi presidido pela bispo diocesano, Dom Manuel Parrado Carral. Em sua homilia Dom Manuel realçou o ano do laicato, refletiu sobre as leituras proclamadas e lembrou que todo o ministério é exercido em nome da Igreja e tem compromisso com a pastoral de conjunto cujo princípio é a espiritualidade de comunhão e participação.

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Afirmou que a Igreja existe para a Missão e todo ministério, toda pastoral existe para evangelizar. Os ministros não ordenados, precisam de uma espiritualidade missionária que deve animar toda a ação pastoral de nossa Igreja Diocesana em seu conjunto.

Finalizou dizendo que estamos na casa de nossa Mãe, a Senhora da Penha, e daqui de seu santuário basílica, ela vela por seus filhos e filhas e acompanha com amor de mãe todos os nossos esforços para anunciar Jesus Cristo em nossas comunidades.

60º aniversário da fundação da Legião de Maria em São Miguel

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No dia 17 de novembro, na Catedral de São Miguel Arcanjo, às nove horas, Dom Manuel Parrado Carral presidiu missa em ação de graças pelos 60 anos de caminhada da Legião de Maria em São Miguel Paulista.

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O Bispo Diocesano retomou o que dizia São João Paulo II a um grupo de legionários italianos em 1982 sobre a espiritualidade, o modo de ser e de trabalhar de um legionário na Igreja: “A vossa espiritualidade é eminentemente mariana, não só porque a legião se gloria do nome de Maria, mas acima de tudo, porque baseia a sua espiritualidade e apostolado no princípio dinâmico da união com Maria e na verdade da intima participação da Virgem Maria no plano da salvação.”

Carta dos Padres Sinodais aos jovens

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Ao término da Missa de encerramento da XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos dedicada aos jovens, presidida pelo Papa Francisco na manhã deste domingo (28/10) na Basílica de São Pedro, antes da bênção final o secretário geral do Sínodo, cardeal Lorenzo Baldisseri, leu a carta dos Padres Sinodais aos jovens, a qual publicamos a seguir na íntegra:

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Carta dos Padres Sinodais aos jovens

A vocês, jovens do mundo, nós Padres Sinodais nos dirigimos com uma palavra de esperança, confiança e consolação. Nestes dias, nos reunimos para escutar a voz de Jesus, “o Cristo, eternamente jovem”, e reconhecer Nele as vozes dos jovens e seus gritos de exultação, lamentos e silêncios.

Sabemos de suas buscas interiores, das alegrias e das esperanças, das dores e angústias que fazem parte de sua inquietude. Agora, queremos que vocês escutem uma palavra nossa: desejamos ser colaboradores de sua alegria para que suas expectativas se transformem em ideais. Temos certeza de que com sua vontade de viver, vocês estão prontos a se empenhar para que seus sonhos tomem forma em sua existência e na história humana.

Que nossas fraquezas não os desanimem, que as fragilidades e pecados não sejam um obstáculo à sua confiança. A Igreja é sua mãe, não abandona vocês, está pronta para acompanhá-los em novos caminhos, nas sendas mais altas onde o vento do Espírito sopra mais forte, varrendo as névoas da indiferença, da superficialidade, do desânimo.

Quando o mundo, que Deus tanto amou a ponto de lhe doar seu Filho Jesus, é subordinado às coisas, ao sucesso imediato e ao prazer, pisoteando os mais fracos, ajudem-no a se reerguer e a dirigir seu olhar ao amor, à beleza, à verdade e à justiça.

Por um mês, nós caminhamos juntos, com alguns de vocês e muitos outros unidos a nós com a oração e o carinho. Desejamos continuar o caminho em todas as partes da terra onde o Senhor Jesus nos envia como discípulos missionários.

A Igreja e o mundo precisam urgentemente de seu entusiasmo. Sejam companheiros de estrada dos mais frágeis, dos pobres, dos feridos pela vida.

Vocês são o presente, sejam o futuro mais luminoso.

28 de outubro de 2018

 

Mensagem do Papa para o Dia Mundial das Missões - 2018

Juntamente com os jovens, levemos o Evangelho a todos

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Queridos jovens, juntamente convosco desejo refletir sobre a missão que Jesus nos confiou. Apesar de me dirigir a vós, pretendo incluir todos os cristãos, que vivem na Igreja a aventura da sua existência como filhos de Deus. O que me impele a falar a todos, dialogando convosco, é a certeza de que a fé cristã permanece sempre jovem, quando se abre à missão que Cristo nos confia. «A missão revigora a fé» (Carta enc. Redemptoris missio, 2): escrevia São João Paulo II, um Papa que tanto amava os jovens e, a eles, muito se dedicou.

O Sínodo que celebraremos em Roma no próximo mês de outubro, mês missionário, dá-nos oportunidade de entender melhor, à luz da fé, aquilo que o Senhor Jesus vos quer dizer a vós, jovens, e, através de vós, às comunidades cristãs.

A vida é uma missão
Todo o homem e mulher é uma missão, e esta é a razão pela qual se encontra a viver na terra. Ser atraídos e ser enviados são os dois movimentos que o nosso coração, sobretudo quando é jovem em idade, sente como forças interiores do amor que prometem futuro e impelem a nossa existência para a frente. Ninguém, como os jovens, sente quanto irrompe a vida e atrai. Viver com alegria a própria responsabilidade pelo mundo é um grande desafio. Conheço bem as luzes e as sombras de ser jovem e, se penso na minha juventude e na minha família, recordo a intensidade da esperança por um futuro melhor. O facto de nos encontrarmos neste mundo sem ser por nossa decisão faz-nos intuir que há uma iniciativa que nos antecede e faz existir. Cada um de nós é chamado a refletir sobre esta realidade: «Eu sou uma missão nesta terra, e para isso estou neste mundo» (Papa Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 273).

Anunciamo-vos Jesus Cristo
A Igreja, ao anunciar aquilo que gratuitamente recebeu (cf. Mt 10, 8; At 3, 6), pode partilhar convosco, queridos jovens, o caminho e a verdade que conduzem ao sentido do viver nesta terra. Jesus Cristo, morto e ressuscitado por nós, oferece-Se à nossa liberdade e desafia-a a procurar, descobrir e anunciar este sentido verdadeiro e pleno. Queridos jovens, não tenhais medo de Cristo e da sua Igreja!

Neles, está o tesouro que enche a vida de alegria. Digo-vos isto por experiência: graças à fé, encontrei o fundamento dos meus sonhos e a força para os realizar. Vi muitos sofrimentos, muita pobreza desfigurar o rosto de tantos irmãos e irmãs. E todavia, para quem está com Jesus, o mal é um desafio a amar cada vez mais. Muitos homens e mulheres, muitos jovens entregaram-se generosamente, às vezes até ao martírio, por amor do Evangelho ao serviço dos irmãos. A partir da cruz de Jesus, aprendemos a lógica divina da oferta de nós mesmos (cf. 1 Cor 1, 17-25) como anúncio do Evangelho para a vida do mundo (cf. Jo 3, 16). Ser inflamados pelo amor de Cristo consome quem arde e faz crescer, ilumina e aquece a quem se ama (cf. 2 Cor 5, 14). Na escola dos santos, que nos abrem para os vastos horizontes de Deus, convido-vos a perguntar a vós mesmos em cada circunstância: «Que faria Cristo no meu lugar?»

Transmitir a fé até aos últimos confins da terra
Pelo Batismo, também vós, jovens, sois membros vivos da Igreja e, juntos, temos a missão de levar o Evangelho a todos. Estais a desabrochar para a vida. Crescer na graça da fé, que nos foi transmitida pelos sacramentos da Igreja, integra-nos num fluxo de gerações de testemunhas, onde a sabedoria daqueles que têm experiência se torna testemunho e encorajamento para quem se abre ao futuro. E, por sua vez, a novidade dos jovens torna-se apoio e esperança para aqueles que estão próximo da meta do seu caminho. Na convivência das várias idades da vida, a missão da Igreja constrói pontes intergeracionais, nas quais a fé em Deus e o amor ao próximo constituem fatores de profunda união.

Por isso, esta transmissão da fé, coração da missão da Igreja, verifica-se através do «contágio» do amor, onde a alegria e o entusiasmo expressam o sentido reencontrado e a plenitude da vida. A propagação da fé por atração requer corações abertos, dilatados pelo amor. Ao amor, não se pode colocar limites: forte como a morte é o amor (cf. Ct 8, 6). E tal expansão gera o encontro, o testemunho, o anúncio; gera a partilha na caridade com todos aqueles que, longe da fé, se mostram indiferentes e, às vezes, impugnadores e contrários à mesma. Ambientes humanos, culturais e religiosos ainda alheios ao Evangelho de Jesus e à presença sacramental da Igreja constituem as periferias extremas, os «últimos confins da terra», aos quais, desde a Páscoa de Jesus, são enviados os seus discípulos missionários, na certeza de terem sempre com eles o seu Senhor (cf. Mt 28, 20; At 1, 8). Nisto consiste o que designamos por missio ad gentes. A periferia mais desolada da humanidade carente de Cristo é a indiferença à fé ou mesmo o ódio contra a plenitude divina da vida. Toda a pobreza material e espiritual, toda a discriminação de irmãos e irmãs é sempre consequência da recusa de Deus e do seu amor.

Hoje para vós, queridos jovens, os últimos confins da terra são muito relativos e sempre facilmente «navegáveis». O mundo digital, as redes sociais, que nos envolvem e entrecruzam, diluem fronteiras, cancelam margens e distâncias, reduzem as diferenças. Tudo parece estar ao alcance da mão: tudo tão próximo e imediato... E todavia, sem o dom que inclua as nossas vidas, poderemos ter miríades de contactos, mas nunca estaremos imersos numa verdadeira comunhão de vida. A missão até aos últimos confins da terra requer o dom de nós próprios na vocação que nos foi dada por Aquele que nos colocou nesta terra (cf. Lc 9, 23-25). Atrevo-me a dizer que, para um jovem que quer seguir Cristo, o essencial é a busca e a adesão à sua vocação.

Testemunhar o amor
Agradeço a todas as realidades eclesiais que vos permitem encontrar, pessoalmente, Cristo vivo na sua Igreja: as paróquias, as associações, os movimentos, as comunidades religiosas, as mais variadas expressões de serviço missionário. Muitos jovens encontram, no voluntariado missionário, uma forma para servir os «mais pequenos» (cf. Mt 25, 40), promovendo a dignidade humana e testemunhando a alegria de amar e ser cristão. Estas experiências eclesiais fazem com que a formação de cada um não seja apenas preparação para o seu bom-êxito profissional, mas desenvolva e cuide um dom do Senhor para melhor servir aos outros. Estas louváveis formas de serviço missionário temporâneo são um começo fecundo e, no discernimento vocacional, podem ajudar-vos a decidir pelo dom total de vós mesmos como missionários.

De corações jovens, nasceram as Pontifícias Obras Missionárias, para apoiar o anúncio do Evangelho a todos os povos, contribuindo para o crescimento humano e cultural de muitas populações sedentas de Verdade. As orações e as ajudas materiais, que generosamente são dadas e distribuídas através das POMs, ajudam a Santa Sé a garantir que, quantos recebem ajuda para as suas necessidades, possam, por sua vez, ser capazes de dar testemunho no próprio ambiente. Ninguém é tão pobre que não possa dar o que tem e, ainda antes, o que é. Apraz-me repetir a exortação que dirigi aos jovens chilenos: «Nunca penses que não tens nada para dar, ou que não precisas de ninguém. Muita gente precisa de ti. Pensa nisso! Cada um de vós pense nisto no seu coração: muita gente precisa de mim» (Encontro com os jovens, Santiago – Santuário de Maipú, 17/I/2018).

Queridos jovens, o próximo mês missionário de outubro, em que terá lugar o Sínodo a vós dedicado, será mais uma oportunidade para vos tornardes discípulos missionários cada vez mais apaixonados por Jesus e pela sua missão até aos últimos confins da terra. A Maria, Rainha dos Apóstolos, ao Santos Francisco Xavier e Teresa do Menino Jesus, ao Beato Paulo Manna, peço que intercedam por todos nós e sempre nos acompanhem.

 AssinaturaPapaFrancisco

Vaticano, 20 de maio – Solenidade de Pentecostes – de 2018.

15ª Assembleia geral ordinária do Sínodo dos Bispos

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De 03 a 28 de outubro do corrente ano está sendo realizada no Vaticano o Sínodo dos Bispos dedicado aos jovens. Este encontro terá como tema “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”. Com este tema a Igreja propõe-se reflexões importantes para entender o fenômeno dos jovens no mundo atual. Representarão o Brasil neste encontro sinodal: Dom Vilsom Basso, Bispo de Imperatriz; Dom Eduardo Pinheiro da Silva, Bispo de Jaboticabal; Dom Jaime Spengler, Arcebispo de Porto Alegre e Dom Gilson Andrade da Silva, Bispo Coadjutor de Nova Iguaçu. Terá como relator Dom Sergio da Rocha, Arcebispo de Brasília.

Clique aqui e leia na íntegra o discurso do Papa na abertura do Sínodo dos Bispos